Super Choque | Michael B. Jordan dá atualizações do filme e fala sobre os rumores do Superman

 

Michael B. Jordan, parece ser o nome do momento, nas vésperas de estrear seu novo filme, "Sem Remorso", na Amazon Prime, já está gravando um novo drama dirigido por Denzel Washington, e em breve fará sua estreia como diretor em Creed 3, além de protagonizar o filme. E claro, "só" é o nome mais citado para viver o próximo Superman.

 

Jordan é um conhecedor e fã declarado de histórias em quadrinhos, já viveu os personagens Tocha Humana (Quarteto Fantástico), Kilmonger (Pantera Negra) e agora está produzindo seu próprio filme de super-herói, a adaptação de Static Shock (Super Choque) para Warner Bros. Pictures e DC Films. O filme contará a história de Virgil Hawkins, um jovem negro que ganha energia elétrica após contato com uma substância radioativa.

 

O site Collider perguntou ao ator e produtor como as coisas estavam indo em relação ao Super Choque, Jordan revelou que foi inspirado pelo herói quando criança.

 

No momento temos um escritor, Randy McKinnon, que está montando um esboço agora, muito animado... Quero dizer, de novo, como criança cresci assistindo Super Choque, foi algo que me inspirou. E ter esse tipo de representação desde muito jovem, foi muito importante para mim. E eu sei que seria importante para muitas outras crianças hoje. Então, para ser capaz de adaptar a versão live-action disso, estou muito, muito animado. Portanto, não há cronogramas reais e acho que não há atualizações reais ou algo assim. Mas estamos no processo de construção disso. E eu mal posso esperar ter algo a mais para contar a vocês.

 

Michael sempre foi um nome citado entre os fãs sobre a possibilidade de interpretar o Superman nos cinemas, prova disso são as milhares de montagens espalhadas pela rede com seu rosto com o brasão da casa El. Recentemente, foi revelado que Ta-Nehisi Coates está escrevendo uma nova versão do Superman com a produção de J.J. Abrams. Com o projeto sendo desenvolvido, surgiram rumores de que Jordan se reuniu com a Warner Bros. para conversar sobre a possibilidade de interpretar o Superman no novo filme. O ator falou há alguma verdade dele assumir o personagem icônico.


Estou lisonjeado por continuar falando sobre esses rumores para interpretar um personagem como esse. Quero dizer, você sabe, dizem que interpretei tantos personagens diferentes ao longo dos anos. Quer dizer, neste ponto, é lisonjeador, sou humilde quanto a isso. E quem quer que assuma esse papel, será definitivamente algo a se procurar.


Não parece que Jordan interpretará o Superman neste momento. Principalmente por sua agenda cheia com os projetos citados. com os projetos citados. Portanto, se a Warner Bros. quiser priorizar este filme do Superman, é improvável que Jordan esteja disponível.

Texto criado em 29/04/2021 | Publicado em Terraverso

  Michael B. Jordan , parece ser o nome do momento, nas vésperas de estrear seu novo filme, "Sem Remorso" , na Amazon Prime , já e...

Liga da Justiça de Zack Snyder | Últimos acontecimentos do movimento #RestoreTheSnyderVerse

 

Segundo o Samba TV, a "Liga da Justiça de Zack Snyder" não é mais o Top 3 de filmes mais assistido da HBO Max. O posto ficou com as produções: Mulher-Maravilha 1984, Godzilla vs Kong e Mortal Kombat. A Warner optou por lançar os filmes, simultaneamente, nos cinemas e no streaming, devido a pandemia.

A informação não é vista de modo negativo, pois vale lembrar que o marketing de Snyder Cut foi feito praticamente pelos fãs, que se empenharam em debates e orientações, nas redes sociais, para mostrar que se tratava de um novo filme, com uma narrativa totalmente diferente, e não apenas uma versão do diretor contendo cenas extras.

Com um marketing abaixo do esperado (para uma produção que internamente diziam que seria um impulsor de assinaturas do streaming) e um plano de distribuição mundial descompromissado (que teve reversão do status por pressão dos fãs), a Liga da Justiça ainda assim se saiu muito bem para um longa que possui quatro horas de duração, e que foi divulgado pela fanbase.

Houve demora nas divulgações oficiais do filme, ficando a cargo do diretor e de uma equipe de fãs, começarem o "esquenta". É óbvio, que o apoio chegou nos minutos finais com a conta oficial do longa e páginas da HBO Max, o mínimo esperado, já que a produção estava saindo com o título de "Original Max" (é bom ressaltar que as redes oficiais da Warner Bros não fizeram nenhuma divulgação sobre o Snyder Cut. Até mesmo no Brasil, o filme foi divulgado apenas na rede adjacente, Warner Play, ficando de fora da rede primária). Quando tudo parecia se alinhar para a grande estreia, o filme teve o inacreditável vazamento dentro do PRÓPRIA plataforma, faltando 10 dias para o lançamento. Um vazamento que não foi explicado e que arranca risadas, por parte dos fãs, pelo amadorismo (ou tentativa de sabotagem) da situação.

Mesmo com tudo isso, no dia de seu lançamento, o filme conseguiu recordes de aluguéis em diversas plataformas do mundo, gerando congestionamentos e quedas de servidores, por tamanha procura. O próprio servidor da HBO Max teve alta demanda de acesso no dia da estreia de "Liga da Justiça de Zack Snyder", chegando a cair diversas vezes. O diretor Zack Snyder agradeceu o feito em suas redes. (O fato não ocorreu, curiosamente, com nenhum outro lançamento da Warner).

 

 

Com base nos números não-oficiais (já que parece haver um impasse para divulgar a audiência real que o filme atingiu), chega ser desleal comparar um filme que foi vandalizado, em 2017, segundo o próprio roteirista Chris Terrio (fato que o estúdio possui forte resistência em reconhecer), à produções inéditas das quais a Warner Bros aposta e divulga como se fossem as únicas "filhas da casa".

Mesmo com a ótima recepção da crítica sobre o filme, alguns blogueiros/insiders/youtubers parecem estar sempre dispostos a falar mal da visão de Snyder para a Liga da Justiça. Tudo indica que sempre darão um jeito de tentar reduzir o impacto cultural que "Zack Snyder's Justice League" (e todo seu movimento) teve na indústria cinematográfica.

O filme foi aclamado e teve o devido reconhecimento até dos mais céticos, arrancando inúmeros elogios de sites que detonaram, na época, a "Liga da Josstiça" (Joss Whedon). A visão de Snyder chegou a ser chamada de "obra-prima épica", mas mesmo com todos esses pontos favoráveis, é comum vermos notícias e artigos debochados, como se Snyder Cut competisse com os demais colegas de estúdio. Curiosamente, os responsáveis dessas publicações, são os mesmos que buscavam no passado, as pontuações negativas da crítica para endossar seus argumentos. Hoje, com a situação diferente, apelam para qualquer coisa que reforce sua visão pessoal, e dão de aos elogios da crítica. Afinal, para eles, isso é uma situação mutável, o que importa é tentar diminuir a produção de Snyder em toda e qualquer disputam que eles acham ser cabível. E se para isso terão que mudar de critério de qualidade a cada semana, farão. (Tudo pelo hate).

Não estou insinuando nada, mas parece que agora o site "queridinho" deixou de ser parâmetro.
O importante é ~aniquilar~ o Snyder Cut, não importa a qualidade.


Na última terça-feira (28), os fãs americanos começaram a levantar a tag #CancelHBOMax, devido a um compartilhamento feito por uma das contas oficiais do streaming. A conta do Twitter Inside HBO Max, deu RT em um tweet que ironizava o fato do filme estar fora do Top 3 dos mais assistidos na plataforma. O autor da postagem é publicamente conhecido por falar mal do filme e dos fãs, de forma pejorativa.

REPRODUÇÃO TWITTER

O RT foi desfeito pela conta rapidamente, ficando apenas as mentions fervorosas de reclamação do fandom sobre a falta de respeito da plataforma com uma produção que carrega o título de "Original Max". Uns acreditam que o RT pode ter sido feito precipitadamente, antes do social media ter lido completamente o tweet, outros nem tanto. Mas o fato de não haver uma atenção com os fãs da "Liga da Justiça de Zack Snyder", acaba frustrando uma comunidade que divulgou em peso a plataforma.

Sabemos o quanto é cansativo e até humilhante esse tipo de tratamento, onde táticas de Gaslighting* são utilizadas com o objetivo de intitular toda uma comunidade como tóxicos e fanáticos. Uma comunidade que fez muito pela saúde mental com recordes de doações para Fundação Americana de Prevenção do Suicídio, e agora fazendo o mesmo aqui no Brasil, com a campanha similar sobre Valorização a Vida, ao lado da CVV.
*Forma de abuso psicológico na qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador.

Como a fanpage @dcumoviepage citou, ao assumirmos que somos "produtores associados de ZSJL", adotamos, de certa forma, a carga emocional de desenvolvimento para recebermos a épica live-action da maior equipe de heróis da cultura pop, que nos foi negada e tomada, em 2017.

Fica quem acha que ainda consegue, despede-se quem acha que não suporta mais. Mas, acima de tudo, fica o respeito e gratidão por tudo que conseguimos enquanto juntos. Não esqueçam que, mesmo com a raiva sobre alguns acontecimentos, o Snyder Cut não teria acontecido sem a HBO Max. Sejamos agradecidos por isso, mas claro, limitando aos infelizes acontecimentos, que parecem possuir um padrão, em se tratando da "Liga da Justiça de Zack Snyder".

A fanbase @SnyderCutBR continuará mantendo todo respeito e apoiando o trabalho do diretor.

  Segundo o Samba TV , a "Liga da Justiça de Zack Snyder" não é mais o Top 3 de filmes mais assistido da HBO Max . O posto ficou...

Justice Con 2021 | Confira o que rolou nos painéis da convenção digital de fãs do Snyderverse

Entre os dias 16 à 18 de Abril, foi realizada a segunda edição de Justice Con, uma convenção online sobre os projetos do diretor Zack Snyder, incluindo o universo cinematográfico da DC Comics.


Com concursos de cosplayers e workshops, a Justice Con trouxe painéis exclusivos com alguns atores de "Liga da Justiça de Zack Snyder". O evento não trouxe nenhum anúncio bombástico, justamente por ser organizado de fãs para fãs, o que não impediu de termos curiosidades durante os dias de programação.

 

O ator Ray Fisher trouxe uma fala que pode ser considerada animadora. Ele estaria disposto a se reconciliar com a Warner Bros, se isso significasse que ele poderia voltar a interpretar o Ciborgue no filme "The Flash". Acontece que, para isso, Fisher ainda quer uma responsabilidade do estúdio, sobre os eventos relatados por ele.

 

Acho que podemos começar com um reconhecimento, um pedido de desculpas, do que é publicamente conhecido como um problema... Acho que é aí que começa a responsabilidade.

 

Joe Manganiello, o Exterminador, também teve seu próprio painel e trouxe muitas curiosidades sobre o projeto que desenvolveu para Deathstroke e o roteiro cancelado de "The Batman", produzido por Ben Affleck.

 

Alguns dos personagens regulares de Batman que aparecem não iriam sobreviver. Teria sido uma limpeza de casa em muitos aspectos.

 

Manganiello também revelou que Ben Affleck vazou o teste de câmera do Deathroke sem pedir autorização a ninguém, antes de embarcar em um avião, para que ele pudesse ficar longe do telefone por horas sem que ninguém pudesse "gritar com ele".

 


 Joe Manganiello descreveu como seria o seu projeto solo de Slade Wilson com o diretor Gareth Evans: "Deathstroke seria a versão de Tom Clancy de (Rambo) First Blood". Seria uma espécie de história de vingança sobre o que aconteceu em Washington DC e no governo dos EUA. Além de relevar os personagens estariam na produção, como: Talia Al Ghul, Wintergreen, Adaline, Grant e Jericho.

 

O roteirista Chris Terrio falou sobre o projeto "The Batman" (Ben Affleck). Além de afirmar que o roteiro é incrível, falou que veríamos uma versão diferente do que já vimos do personagem.

 

Estou desapontado por não termos visto essa versão do Batman." - Disse Terrio, em sua participação no painel do diretor Zack Snyder.

 

Os dois falaram sobre "Batman vs. Superman" e como o título foi escolhido pelo estúdio, e não por eles. Zack tinha em mente algo mais poético, ou até mesmo mais simples, como: Man of Steel: Battle of Knight; Man of Steel: Knight Falls; Justice League: Foundation; ou Justice League: Rising. Mas o estúdio considerou "agressivo".

 

Chris e Zack não entenderam o motivo de colocar "Batman versus Superman" no título, pois o filme não era resumido a isso e sim à origem da Liga da Justiça.

 

Snyder afirmou que se, algum dia, ele fizer a adaptação de The Dark Knight Returns, faria o Batman exatamente do jeito que Frank Miller o desenhou: "Com a cueca inclusa!".

 

O diretor confirmou que Wayne T. Carr seria o Lanterna Verde John Stewart, em "Liga da Justiça". A cena foi substituída pela aparição do Caçador de Marte, pois o estúdio não permitiu o uso do personagem, alegando possuir outros planos para ele no live-action. O plano original era que John Stewart (Wayne T. Carr) e Kilowog aparecessem juntos para Bruce, na cena final.

 

Após ser questionado sobre o movimento massivo #RestoreTheSnyderVerse nas redes, Zack foi sincero e disse que nunca ignoraria a devoção dos fãs pelo seu trabalho. Nunca diria para "esquecê-lo", pois tudo o que aconteceu para tornar #SnyderCut uma realidade era "impossível". Ao ser perguntado se aceitaria restaurar seu universo, Zack respondeu:

 

Não sei quem me perguntaria, mas se fossem vocês os responsáveis pela Warner Bros, claro que sim.

 

O roteirista Chris Terrio também mostrou disposição em retomar para uma continuação. Basicamente, Zack mostrou que não depende dele a decisão da continuação do Snyderverse, mas se mostra disponível para retomar, caso receba o sinal verde.

 

Jay Oliva também teve seu próprio painel e entregou que, após a finalização do arco de cinco filmes que seriam entregues por Zack Snyder, o diretor estava contemplando um filme Flashpoint (como havia sido anunciado na época), muito semelhante aos eventos dos quadrinhos, com uma guerra entre Atlantes e Amazonas, que exigiria que o Flash voltasse no tempo para reiniciar.

 

Liga da Justiça de Zack Snyder esteve disponível no Brasil pelas plataformas digitais entre 18 de Março à 07 de Abril, para aluguel. E retornará com a estreia do streaming HBO Max, em Junho.


Texto criado em 18/04/2021 | Publicado em Terraverso

 

Entre os dias 16 à 18 de Abril, foi realizada a segunda edição de Justice Con , uma convenção online sobre os projetos do diretor Zack Snyde...

OFF | Army of the Dead, saiba mais sobre o novo filme de Zack Snyder



Após o lançamento do tão esperado "Liga da Justiça de Zack Snyder", o diretor está pronto para um novo passo. Nos últimos dias, Snyder esquentou suas redes sociais com pôsteres coloridos de seu novo filme de zumbi "Army of the Dead: Invasão em Las Vegas". A produção, que é original da Netflix, teve seu trailer divulgado nesta terça-feira (13).


 
O trailer foi divulgado um pouco antes para um grupo de fãs, que se juntou ao Zack Snyder e Dave Bautista, para uma rodada de curiosidades sobre o filme, seguindo, logo após, apenas com Zack numa sessão de "Perguntas e Respostas". Podemos ver nele duas categorias de zumbis: os normais (lentos e menos perigosos) e os alfas (velozes, inteligentes e que se unem em grupos).

"Army of The Dead" marca o início do universo cinematográfico do diretor na Netflix. Há um filme prequel focado no personagem Ludwig Dieter, interpretado por Matthias Scheweighöfer em "Army of The Dead", que será produzido na Alemanha e mostrará o impacto internacional da infestação de zumbis.

E, também, haverá a série de anime "Army of the Dead: Lost Vegas", mostrando a origem do personagem Scott, interpretado por Dave Bautista. Snyder dirigirá dois episódios, com Jay Oliva, diretor de várias animações da DC Comics.

Dave Bautista e Zack Snyder no set de filmagem.
  • Sinopse: Do cineasta Zack Snyder (300, O Homem de Aço, ZS Justice League), o filme Army of the Dead: Invasão em Las Vegas é ambientado em Las Vegas após um surto zumbi deixar a cidade em ruínas. Scott Ward (Dave Bautista), um desabrigado de Vegas e ex-herói da guerra zumbi que agora vende hambúrgueres nos arredores da cidade, é abordado pelo magnata dos cassinos Bly Tanaka (Hiroyuki Sanada) com uma proposta tentadora: invadir a cidade cheia de zumbis para roubar 200 milhões de dólares de um cofre antes de o governo bombardear Vegas em 32 horas.

    Motivado pela esperança de que a recompensa possa ajudar na reconciliação com sua filha, Kate (Ella Purnell), Ward assume o desafio e monta uma equipe de especialistas para o grande roubo. Entre eles: Maria Cruz (Ana de la Reguera), uma mecânica de primeira e velha amiga de Ward; Vanderohe (Omari Hardwick), uma máquina de matar zumbis; Marianne Peters (Tig Notaro), uma piloto de helicóptero um tanto quanto cínica; Mikey Guzman (Raúl Castillo), um influenciador do tipo “é tudo ou nada”, e sua amiga inseparável Chambers (Samantha Win); além de Martin (Garret Dillahunt), o chefe de segurança do cassino; uma guerreira durona conhecida como Coyote (Nora Arnezeder), que recruta Burt Cummings (Theo Rossi), um segurança não muito confiável, e, por fim, um brilhante arrombador de cofres alemão chamado Dieter (Matthias Schweighöfer).

    Ward se depara com um obstáculo emocional quando Kate se junta à expedição para procurar Geeta (Huma Qureshi), uma mãe que desapareceu. Com o tempo passando, um cofre notoriamente difícil de abrir e uma horda de zumbis mais inteligente e rápida se aproximando, apenas uma coisa é certa no maior roubo já tentado: os sobreviventes ficam com tudo.

Zack contou com uma equipe relativamente pequena nas filmagens.

Army of The Dead: Invasão em Las Vegas tem direção de Zack Snyder (que também é o diretor de fotografia) com roteiro de Snyder, Shay Hatten e Joby Harold. O filme é produzido por Deborah Snyder, p.g.a.; Wesley Coller, p.g.a.; Zack Snyder, p.g.a.

  • Elenco: Dave Bautista, Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

Estreia em 21 de maio de 2021, na Netflix.

Após o lançamento do tão esperado "Liga da Justiça de Zack Snyder" , o diretor está pronto para um novo passo. Nos últimos dias, S...

Liga da Justiça | O roteirista, Chris Terrio, diz que a versão de 2017 foi um ato de vandalismo



O roteirista Chris Terrio, vencedor do Oscar com "Argo", quebra o silêncio de cinco anos para Vanity Fair e é brutalmente honesto sobre os lançamentos nos cinemas dos dois filmes que roteirizou: "Batman vs. Superman" e "Liga da Justiça".

O corte teatral de 2017 de Liga da Justiça foi um ato de vandalismo. Zack Snyder pode ser muito cavalheiro para dizer isso, mas eu não sou.

Terrio diz "BvS" e "Liga da Justiça" foram prejudicados por intromissões corporativas, planejamento de franquia pobre e decisões de estúdio surdas que optaram por cenas VFX caras, em vez de contar histórias coerentes.

(...) Assisti (Liga da Justiça de 2017) algumas semanas antes do lançamento. Imediatamente liguei para meu advogado e disse: "Quero tirar meu nome do filme". [O advogado] então ligou para a Warner Bros. e disse a eles que eu queria fazer isso.

Após o ocorrido, Terrio não foi convidado para a estreia e nunca mais assistiu ao filme. Seu nome não foi removido da versão de 2017 porque impressões já haviam sido feitas, os elementos estavam a caminho e, para remover seu nome, eles teriam que refazer as cópias físicas e digitais, e o filme poderia ser adiado. Seria um escândalo internacional e uma notícia. Então, Terrio preferiu se calar e não disse nada publicamente.
 
Nunca disse nada sobre Liga da Justiça desde então, mas o filme não representa meu trabalho. (...) Eu acho que isso (falar sobre na época) teria criado uma onda inteira de publicidade negativa, que tornaria a situação ainda pior para os atores.

Ele acrescenta que Zack Snyder frequentemente apoiava seus esforços para explorar as falhas dos super-heróis. O estúdio, disse ele, preferiu evitar pesadas consequências morais.

Sobre o filme "Batman vs. Superman", o roteirista foi franco sobre tentar dar sentido aos heróis guerreiros do filme, transformando sua luta em uma metáfora para uma América dividida, enquanto tentava consertar elementos que ele também considerava absurdos ou ofensivos. Funcionários do estúdio, então, exigiram que 30 minutos fossem retirados do corte dos cinemas, provavelmente porque tempos de exibição mais curtos significam mais exibições diárias, muitas vezes resultando em maiores receitas de bilheteria. Terrio disse que esse ato sabotou a narrativa.
 
Zack Snyder, Ben Affleck e Chris Terrio no set de "Batman vs. Superman".
 
Se você tirasse 30 minutos de "Argo", como eles fizeram em "BvS", não faria sentido algum. Os críticos diriam, "que roteiro preguiçoso", porque os personagens não têm motivações e não é coerente. E eu concordaria com eles.

Até mesmo o título "Batman vs Superman: A Origem da Justiça" foi um desastre, disse ele.
 
Eu escrevi rascunhos do filme Batman/Superman, que não se chamava 'Batman vs Superman: A Origem da Justiça' por mim. Não dei o nome ao script. Na verdade, descobri como o filme se chamaria junto com o público, na internet. Não fui consultado sobre o título do filme e fiquei tão surpreso quanto qualquer um. Eu não o teria chamado assim.

Questionado se o nome do filme foi uma escolha de Zack Snyder, Terrio desacredita.
 
Não sei exatamente quem deu o nome, mas suspeito do estúdio e suspeito que fosse marketing, para ser honesto com você. Pode ter sido o primeiro passo para criar má vontade com o filme. Suspeito que colocar as palavras 'Batman' e 'Superman' no título teve algum componente de marketing. (...) Eu ouvi e pensei: soa muito importante e sem noção de certa forma. A intenção do filme era fazer algo interessante, sombrio e complexo, não exatamente como uma luta de WWE como Batman x Superman: A Origem da Justiça.
 
Terrio esperava que Liga da Justiça fosse uma experiência melhor. Ele estava muito errado.

Chris, também, aponta que uma das vítimas da versão de Joss Whedon para "Liga da Justiça", foi Ray Fisher que interpretou o Ciborgue. Terrio disse ter criado o personagem para essa história em estreita colaboração com o ator, e mostra-se muito satisfeito com a justiça feita com Snyder Cut.

Estou muito feliz e aliviado que todos esses milhares de artistas, finalmente, puderam ter seus trabalhos vistos pelo público, e todo o trabalho que Zack e os atores colocaram nisso agora podem ser vistos. É uma espécie de presente que recebemos da HBO Max, porque não seria possível alguns anos atrás. (...) O desempenho de Willem Dafoe na história de Aquaman, obviamente a personagem Iris West (Kiersey Clemons) e, mais centralmente, a atuação de Ray Fisher como Ciborgue. Ele sempre foi o coração do filme para mim e significou muito pessoalmente, porque muito do meu coração e da minha vida foram colocados nessa história. Essa é a coisa sobre essa versão da Liga da Justiça, que nada disso foi feito de forma cínica ou para pegar dinheiro, ou uma tentativa de vender brinquedos. Foi realmente pessoal para mim, para Zack e para muitos dos atores.

O roteirista, vencedor do Oscar, está feliz com o lançamento da "Liga da Justiça de Zack Snyder" e a versão remasterizada de "Batman vs. Superman (Edição Definitiva)". Ambos os filmes disponíveis na HBO Max. Por ser a visão deles, acrescenta o roteirista, aceitará qualquer elogio ou crítica que receber.

O roteirista Chris Terrio , vencedor do Oscar com "Argo" , quebra o silêncio de cinco anos para Vanity Fair e é brutalmente hones...

Liga da Justiça | Ray Fisher vs. Warner e o conturbado set de gravações de 2017


O site The Hollywood Reporter escreveu uma matéria sobre todos os acontecimentos entre os executivos da Warner, Joss Whedon e o ator Ray Fisher.

Ray Fisher aponta as diferenças de como eram suas reuniões na época que Zack Snyder estava à frente do projeto e sua preocupação em construir o primeiro super-herói negro da DC, em live-action. Para isso, Ray foi chamado para a construção, junto a Snyder e Chris Terrio (roteirista), de Victor Stone/Ciborgue de Liga da Justiça.

"Com um escritor e um diretor branco, nós dois pensamos que ter a perspectiva de um ator negro era realmente importante". Disse, Terrio.

 

Quando as novas filmagens continuaram com o diretor Whedon, Fisher sentiu que precisava "explicar alguns dos pontos mais básicos do que seria ofensivo para a comunidade negra". Whedon não deu atenção e chegou a dizer ao ator: "Não gosto de fazer anotações de ninguém, nem mesmo do Robert Downey Jr".

Fisher não foi a única estrela da "Liga da Justiça" que estava infeliz. O site divulga que fontes diziam que Whedon entrou em confronto com todas as estrelas do filme, incluindo Jeremy Irons. E um dos astros do filme acabou levando suas reclamações não apenas ao chefe do estúdio de cinema, mas também ao presidente da Warner Bros.

Outras fontes dizem que o diretor desprezou Jason Momoa e Gal Gadot quando eles questionaram as novas linhas do roteiro que se distanciavam do original. Não se sabe qual tratamento Jason Momoa recebeu no set, porém fontes apontam que o maior conflito veio quando Whedon pressionou Gadot a gravar falas das quais ela não gostava e ameaçou prejudicar sua carreira, desacreditando a diretora da "Mulher-Maravilha", Patty Jenkins.

Enquanto Fisher se recusa a discutir o que aconteceu com Gadot, uma testemunha da produção conversou com os investigadores e disse que, após um confronto:

"Joss se gabava por ter discutido com Gal. Ele disse a ela que era o escritor e que ela iria calar a boca e dizer as falas. E que ele podia fazê-la parecer incrivelmente estúpida nesse filme".

Isso ficou bem nítido na versão que foi aos cinemas, em 2017, quando Diana Prince aparecia em tela. Suas tomadas, na maioria com ângulos bem questionáveis, como a fatídica cena que Flash cai em cima de Diana e até mesmo a batalha da ressureição do Superman, cuja qual houve sua dublagem alterada por Whedon, deixando os grunidos de luta de Diana "erotizados".


E nada disso aconteceu na versão de "Liga da Justiça de Zack Snyder", entregue ao público, este ano.

A conduta racista e inadequada, ao que parece, não foi um fato isolado apenas no set de gravação de "Liga da Justiça", com Joss Whedon.

Sabemos que fatos como esses nunca acontecem sem a "permissão" de algum superior e fontes apontam que o ator Regé-Jean Page (Bridgerton) fez o teste para o papel do avô do Superman, para a série "Kripton", mas no entanto, Geoff Johns supostamente disse que Superman não poderia ter um avô negro.
 
Nós, brasileiros, que vivemos num país miscigenado, sabemos o quanto isso poderia ser possível, mas para aqueles que se negam a sair de uma bolha racial, realmente deve ser algo muito difícil de assimilar. (Contém dose ácida ao final da frase).

Ray Fisher comentou que chegou a receber uma ligação do diretor (Andy Muschietti) do filme, em produção, "The Flash". Mas o estúdio transformou sua aparição em mera participação especial, resultando na remoção do personagem e difamações em cima do ator, que alegavam, sobretudo, que ele estava exigindo o dobro de seu salário para retornar ao papel.

Ray nunca escondeu sua insatisfação com as medidas tomadas pela Warner, diante de sua denúncia. Por sua vez, as fontes da Warner afirmam que Fisher estava sendo manipulado por Snyder, que esperava retomar o controle do universo cinematográfico da DC. Snyder nega qualquer papel de influência em Fisher.
 

"Fui subestimado a cada passo durante este processo e é isso que nos levou a este ponto. Se eles tivessem me levado a sério como deveriam, desde o início, não teriam cometido tantos erros tolos neste processo".

À medida que Fisher continuava a expor suas queixas nas redes sociais e em algumas entrevistas, ele começou a suspeitar que, ao tweetar, o estúdio sempre fazia um anúncio para desviar a atenção sobre sua mensagem.

Em 1º de Julho, no dia em que Fisher twittou sobre o comportamento de Whedon, o site Deadline publicou um texto exclusivo dizendo que a Warner estava fazendo um filme live-action de Frosty, com o ator Jason Momoa sendo a voz do "icônico boneco de neve". Algumas semanas depois, Momoa publicou em sua conta do Instagram:

"Eu só acho que é uma merda as pessoas lançaram um anúncio falso de Frosty, sem a minha permissão, para tentar desfocar o que Ray Fisher falou sobre a forma de merda como fomos tratados nas filmagens de Liga da Justiça. Coisas sérias aconteceram! Eles precisam ser investigados e as pessoas precisam ser responsabilizadas".

A Warner, sobre isso, apenas manteve-se afirmando que a comédia do boneco de neve continua em desenvolvimento.

"Não acredito que algumas dessas pessoas sejam adequadas para posições de liderança. Não os quero excomungados de Hollywood, mas não acho que devam ser responsáveis   pela contratação e demissão de outras pessoas". Disse Ray.

Fisher sabe que não vai vencer esta batalha, mas sente que seu ponto foi confirmado.

O site The Hollywood Reporter escreveu uma matéria sobre todos os acontecimentos entre os executivos da Warner, Joss Whedon e o ator Ray F...